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	<title>And If we..?</title>
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	<description>Todos as hesitações de uma vida.</description>
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		<title>De volta à era dinossáurica.</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 18:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Difícil de aturar]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoses]]></category>
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		<description><![CDATA[Engraçado foi a forma como soube disso. Estou eu, chegando um tanto quanto esbaforida depois de uma sessão arrepiante de ônibus lotado, suarento e esmagante, quando dou com minha mãe sentada no sofá, aparentemente recém-chegada do trabalho, assistindo à TV, mais exatamente à emissora Globo. &#8211; Tás vendo, Amanda? Chamaram a menina de puta por [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=394&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Engraçado foi a forma como soube disso. Estou eu, chegando um tanto quanto esbaforida depois de uma sessão arrepiante de ônibus lotado, suarento e esmagante, quando dou com minha mãe sentada no sofá, aparentemente recém-chegada do trabalho, assistindo à TV, mais exatamente à emissora Globo. &#8211; <span style="color:#000000;"><em>Tás vendo, Amanda? Chamaram a menina de puta por que ela foi de vestido curto para a faculdade. Eu bem que te digo!</em></span> Claro que prontamente achei um absurdo.  Um julgamento embasado apenas na vestimenta de alguém não tem propriedade nenhuma. Mas também não levei muito a sério, principalmente levando em conta a credibilidade da fonte informante, visivelmente uma pessoa que está sempre procurando novos exemplos no mundo e, quiçá, no universo, que eu estou errada e ela certa. Então esperei o domingo para formar qualquer opinião sobre o assunto e, assim que ouvi a chamada do Fantástico pro, num eufemismo aberrante, babado quentíssimo, saí correndo do quarto e sentei no sofá, de frente pra televisão, cruzando as pernas na posição de lótus e  apertando meu dedão  do pé de ansiedade. Claro que minha mãe me xingou por estar naquela posição e por ficar mexendo nos dedos dos pés, mas como a minha mãe não precisa de razão certa para me xingar, ignorei  e voltei minha atenção totalmente para TV, abanando a mão para ela se calar, coisa que ela odeia.</p>
<p style="text-align:justify;">A princípio, foi o choque. No meu íntimo, eu realmente não acreditava que fosse 100% verdade. Eu imaginava uma história mais cabeluda, envolvendo <span style="color:#000000;"><em>sex, drugs, rock and roll and a short, sexy and red dress</em></span>. Mas no fim, não. Tudo o que a menina fez, a príncipio, foi ir assistir aula com um vestido um tanto quanto pequeno. Foi difícil de entender o episódio. Na verdade, eu ainda não entendi mesmo. Eu mesma sou adepta de roupas curtas e muitas amigas minhas também e, sim, muitas vezes vamos para a faculdade com aqueles shortinhos xadrezes que estão tão na moda e que, sim, são curtos! E ninguém jamais teve a audácia de dizer que somos <span style="color:#000000;"><em>putas</em></span>. Não creio que essa idéia sequer tenha passado pela cabeça dos meus colegas. Simplesmente por que é tão retrógrado, visto os avanços da moda e do relativismo sobre o que é certo e errado no vestir. É tão machista, tão psicótico, tão dinossáurico. É em momentos assim que percebemos que não avançamos tudo o que temos para avançar, em questões de direitos iguais para ambos os sexos. Por que se um cara chegar sem camisa na faculdade, ninguém vai sair gritando que ele é garoto de programa. E eu não creio que a tal Geisy pague menos do que qualquer outro aluno da Uniban. O pior é que as pessoas como minha mãe, que parecem viver em outra era geológica, agem como se fosse culpa dela, mesmo. <span style="color:#000000;">- <em>Quem mandou ir de vestido curto? Eu acho é pouco!</em></span> <strong><span style="color:#000000;">WTFP</span></strong> das pessoas em respeitar umas às outras?  Espero que quem advoga utilizando esse tipo de argumento saiba que ele descende do mesmo que diz que &#8220;se a mulher provocou &#8211; usar roupas curtas é entendido como provocação -, o estupro não é exatamente um crime&#8221;. E não poderia haver afirmação mais <strong>imbecil</strong>, na falta de uma palavra que exprima toda a desolação do pensamento curto. Atitudes como a da Uni<strong>ban</strong> já deveriam ter sido totalmente <strong>ban</strong>idas. É um absurdo, uma vergonha, que hoje em dia o tipo de mulher que somos ainda seja totalmente julgado pelo tipo de roupa que vestimos. E que, além de julgar, as pessoas ainda se achem prontas para fazerem papéis de algozes dos seres humanos que decidirem usar uma minisaia, ou um minivestido. Aparentemente, as pessoas, ao invés de aprenderem que ninguém é perfeito de uma vez por todas e, exatamente por isso, não cabe a ninguém julgar ninguém,  estão fazendo a história seguir num ciclo vicioso que leva sempre ao mesmo limbo de estreitismo de mente do qual eu, particularmente, já estou cheia. Então, digam oi para a Idade Média, de novo!</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p><strong><span style="color:#000000;">Pauta para o TDB, sobre o caso UNIBAN.</span></strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andifwe.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andifwe.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andifwe.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andifwe.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andifwe.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andifwe.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andifwe.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andifwe.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andifwe.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andifwe.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andifwe.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andifwe.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andifwe.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andifwe.wordpress.com/394/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=394&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Livros? Na sacola!</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 14:09:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[101 em 1001]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoses]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu admito que sou uma pessoa cheia de vícios.  Uns vícios realmente péssimos, como roer as unhas. Outros não tão ruins assim, como&#8230; er. Bem, o importante é vocês entenderem o básico, que é: meus vícios geralmente não fazem mal a ninguém, senão a mim.  E a outra coisa da qual necessitam ser informados é que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=393&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" src="http://www.sgc.goias.gov.br/upload/imagens/img_880_Livros.gif" alt="" width="218" height="283" />Eu admito que sou uma pessoa cheia de vícios.  Uns vícios realmente péssimos, como roer as unhas. Outros não tão ruins assim, como&#8230; er. Bem, o importante é vocês entenderem o básico, que é: meus vícios geralmente não fazem mal a ninguém, senão a mim.  E a outra coisa da qual necessitam ser informados é que esse começo não tem &#8211; para não dizer nada &#8211; muito a ver com o assunto que eu vou abordar posteriormente agora: como é difícil se desfazer de livros. Bem, ler meu blog dá nisso. Eu aviso, aviso, mas ainda existem umas pobres almas bondosas que insistem em fazer caridade.  Agora, aguentem as consequências. Paciência!</p>
<p style="text-align:justify;">Bem, é claro que é difícil se desfazer de livros. E, para mim, é difícil me desfazer de qualquer coisa que seja,  como se pode perceber no meu <a href="http://greenapples.toxicide.org/2009/10/27/jogando-os-papeis-velhos-fora-e-quase-se-jogando-junto/" target="_self">post anterior</a>. Mas livros&#8230; Livros são um vício louco e psicótico. Vocês não podem ter idéia da situação, a não ser que sejam tão loucos e psicóticos como eu.  Eu sou uma maníaca por livros desde cedo, e quando eu digo cedo é cedo mesmo. Uma vez ainda lembro, quando a biblioteca do colégio no qual eu estudava foi aberta, no mesmo ano ganhei um prêmio por ter sido a pessoa que mais pegou livros na biblioteca. Mas tarde, pude ver que isso não quer dizer nada, uma vez que podemos pegar livros e não lê-los. Mas naquela época, eu tinha tempo de sobra para lê-los e eu os lia, de cabo a rabo. E não tinha nenhum preconceito. Lia de tudo o que tivesse na estante de literatura infantil e infanto-juvenil &#8211; mas também apenas nessas. E, depois que cresci, pouca coisa mudou. Continuei sendo viciadésima em histórias, de verdades ou de mentiras. Claro que adquiri uma preferência por determinados tipos de autores e determinados tipos de livros, mas sem me fechar para a experimentação de novas sensações que um autor nunca experimentado pode trazer. Apenas selecionando o que eu tenho certeza que vai me proporcionar uma <em>good trip.</em> Nunca fui de comprar livros. Infelizmente, eles são caros e eu não sou do gênero que lê o mesmo livro 800 vezes seguidas. Mas, claro, sou de ganhar. Muitas pessoas sabem da minha psicose por livros, daí você pode ver no que dá. Creio que o melhor presente que meu pai já me deu foi o &#8220;Harry Potter e O Cálice de Fogo&#8221;. Cheguei em casa e estava ele, bonitinho, em cima da minha cama. Dá até um arrepio lembrar. Não sei nem explicar a felicidade em me apossar daquela nova história. Eu só sei mesmo que não demorei mais que dois dias para terminar de lê-lo! Fora esses presentes, que obviamente, não se pode dar pra alguém &#8211; graças a Deus, por que eu não quero nunca deixar de ter uma desculpa para não me livrar dos meus amados livrinhos de Harry Potter &#8211; tem claro, os outros livros. Os livros didáticos, livros que um dia comprei e que, OBVIAMENTE, ainda estavam aqui na minha casa, tomando espaço.</p>
<p style="text-align:justify;">Estavam. Sim, estavam. Por que um belo dia &#8211; na verdade dia 27/10/2009, o mesmo dia da louca dos <a href="http://greenapples.toxicide.org/2009/10/27/jogando-os-papeis-velhos-fora-e-quase-se-jogando-junto/">papéis</a> no lixo &#8211; eu decidi que aqueles livros mega lesos e que eu tinha lido pelo menos um século atrás, perdoada a hipérbole, e não tinha a menor intenção de ler novamente deviam ser repassados para mãos que planejassem lê-los. Tive que desviar de algumas pedras no meio do caminho criadas, claro, pela minha consciência psicótica pró-traças. O pior argumento &#8211; quero dizer, o mais difícil de transpor &#8211; foi o maldito <em>por que você não guarda pros seus filhos</em>? Fiquei seriamente tentada a não doar, no fim das contas, aqueles livrinhos velhos e um pouco machados pelo tempo. Mas, graças a Deus, meu senso  &#8211; o bom &#8211; voltou a tempo de me mostrar que, se eles estavam carcomidos agora, imagine daqui a não sei quantos anos. E ninguém garante também que meus filhos vão gostar de ler &#8211; <em><span style="color:#000000;">I hope so, I hope so, I DO hope so!</span></em> &#8211; e, se gostarem, ninguém garante que vão gostar do mesmo tipo de livros que eu gostava quando pequena. Na verdade, os livros não eram nenhum Meg Cabot, JK Rowling, CS Lewis ou algo que valha. Então pus tudo numa sacola e dei para a minha prima menor que, God knows, realmente precisa aprender a fazer algo útil para o intelecto, como ler.</p>
<p style="text-align:justify;">O que, obviamente, adiciona mais um item riscado à minha <a href="http://greenapples.toxicide.org/101-coisas-em-1001-dias/">lista</a>! Yupi!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andifwe.wordpress.com/393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andifwe.wordpress.com/393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andifwe.wordpress.com/393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andifwe.wordpress.com/393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andifwe.wordpress.com/393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andifwe.wordpress.com/393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andifwe.wordpress.com/393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andifwe.wordpress.com/393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andifwe.wordpress.com/393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andifwe.wordpress.com/393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andifwe.wordpress.com/393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andifwe.wordpress.com/393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andifwe.wordpress.com/393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andifwe.wordpress.com/393/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=393&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Amanda</media:title>
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		<title>Jogando os papéis velhos fora e quase se jogando junto.</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 01:12:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[101 em 1001]]></category>
		<category><![CDATA[Acontece]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
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		<description><![CDATA[Da série ACA &#8211; Alguma Coisa Anônimos. Oi, meu nome é Amanda e&#8230; Eu sou uma pessoa muito ligada ao passado. Não importa mesmo que a minha caligrafia seja inclinada para a direita, eu sou um ser passado, no significado mais profundo da idéia. Tanto é que eu guardo praticamente tudo o que um dia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=286&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da série <span style="color:#000000;">ACA</span> &#8211; Alguma Coisa Anônimos.</p>
<p><em>Oi, meu nome é <span style="color:#000000;">Amanda</span> e&#8230;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="border:1px dashed gray;" src="http://3.bp.blogspot.com/_MhZnANeoqbM/So3nGdiqwoI/AAAAAAAAAds/kjk2dk0MKr0/s400/papelada.jpg" alt="" width="154" height="154" />Eu sou uma pessoa muito ligada ao passado. Não importa mesmo que a minha caligrafia seja inclinada para a direita, eu sou um ser passado, no significado mais profundo da idéia. Tanto é que eu guardo praticamente tudo o que um dia foi: papéis de bombons, provas de matemática, boletins da quinta série &#8211; agora sexto ano #velhicefeelings -, cartões de aniversário, cadernos de respostas (Sabe aqueles que a gente fazia as perguntas e dava pra meio mundo de gente responder? Ah! Bons tempos!) e, vejam mesmo, até rancor. De fato eu sou mesmo um pessoa difícil de esquecer as coisas ruins que qualquer um fizer comigo. Mesmo que eu desculpe a pessoa, eu não consigo esquecer. Bem, certamente eu vou pro inferno TAMBÉM por isto. Porém, isso é assunto para outro post. Então visto o que já comentei vocÊs devem ter uma ligeira idéia de como foi doloroso para mim <a href="http://greenapples.toxicide.org/101-coisas-em-1001-dias/" target="_blank">jogar os papéis velhos fora</a>. Eu nem sei como consegui. Provavelmente baixou um caboclo organizador em mim que me fez não só jogar a papelada fora como não correr depois pro saco de lixo para catar tudo de volta. Na verdade, todas as vezes que tento arrumar esse papéis no sentido de me livrar da maioria, termino não em livrando de nada e só organizando os papéis. Isso na melhor das hipóteses, por que pode ocorrer calmamente d&#8217;eu desistir até de rganizar e ficar lá, só olhando determinada prova, ou determinado caderno, e me lembrando de todo o contexto, de toda a história. E aí, <span style="color:#000000;"><em>benhê</em></span>, tome tempo. Muitas vezes eu começava à tarde e dava 20 horas e eu ainda não tinha terminado.</p>
<p style="text-align:justify;">Só que dessa vez não foi assim. Eu explico: tinha aqui uma túia, para falar no idioma pernambuquês &#8211; para quem não sabe, provavelmente muita gente, uma túia pode ser substituído sem perda do sentido original por &#8220;um monte&#8221;, &#8220;uma grande quantidade de&#8221;, &#8220;um excesso de&#8221; etc &#8211; , de papéis da epóca que eu cantava lêlê-lêlê de domingo a domingo &#8211; leia-se escravidão de cursinho. Toda semana recebíamos quilos e quilos de fichas com os assuntos que íamos estudar na mesma e eu fui guardando, claro, por que estava estudando pro vestibular e podia precisar de uma ficha daquela a qualquer momento. Mas jurei pra mim mesma que, quando tudo acabasse, eu ia queimar todas, fazer uma fogueira bem bonita e comemorar minha aprovação assando mashmallows nela. Tudo bem, esquece a parte dos mashmallows. A verdade é que eu disse que ia me livrar dos ditos cujos e acabou o ano, eu passei no vestibular &#8211; hip! hip! hurra! &#8211; e a túia continuava lá, intacta. Claro que minha primeira desculpa, uma desculpa bastante razoável devo dizer, foi que a minha irmã ia fazer vestibular portanto eu não poderia ser tão do mal a ponto de jogar fora um material que certamente ia servir para ela. E aí a tonelada verde &#8211; é, as fichas são verdes em sua maioria &#8211; de celulose transformada se manteve firme e forte, quase estourando a super pasta que minha mãe arranjou para eu enfiá-las dentro. Só que, vê só: o método de avaliação da UFPE, que é a universidade que a minha irmã vai tentar, mudou, com esse negócio de ENEM e patatí,patatá. E aí, simples: minhas fichas não iam ser mais úteis para ela. E se não iam ser mais úteis, bem&#8230;O que elas estão fazendo ali?</p>
<p style="text-align:justify;">Então, num belo dia de sol &#8211; não, na verdade estava bem nublado e abafado &#8211; , estava eu calmamente redigindo minha lista de 1<a href="http://greenapples.toxicide.org/101-coisas-em-1001-dias/">01 coisas para fazer em 1001 dias</a> quando, <span style="color:#000000;"><em>PUFT!</em></span>, me veio a lógica de enfiá-la na lista e assim, finalmente, tomar coragem para fazer a limpa naquela infinidade de papéis. Não vou dizer a vocês que foi fácil por que não é do meu feitio mentir. Ainda mais sem necessidade. Afinal, que necessidade eu tenho de que vocês achem que eu sou a mulehr maravilha quando eu não passo de uma Bella Swan? &#8211; uma versão bem ruinzinha, eu quero salientar. Não foi nem um pouco fácil.  Eu me lembrei de cada aula e de cada professor, quando abri os fichários &#8211; sim, os &#8211; para jogar a matéria fora. Cada célula do meu corpo gritava que era burrice e que alguém podia precisar daquilo em algum momento da minha vida, se não eu própria, e aí, HA, eu iria chorar lágrimas amargas. Mas aí o meu cérebro apenas olhou com tédio para o grupo choroso e disse: <span style="color:#000000;"><em>Que nada vey, Google serve para quê?</em></span>, acabando obviamente com qualquer argumento válido que meu sentimentalóide sentimenlismo tivesse a capacidade de desenvolver. E acabou que eu joguei tudo no lixo. Joguei. Joguei legal. E não digo que me sinto mais livre nem essas leseras que as pessoas costumam dizer. Mas posso dizer que não senti nenhum remorso em enfiar a porquêras das fichas de Geografia bem enfiadinhas no lixo, aqueles demônios. E também meu quarto ficou muito mais organizado, o que por si só já é incrível. Então, é, foi bom e eu estou feliz de ter feito.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Ah! Essa é a hora que vocês falam: <em><span style="color:#000000;">Thanks for sharing, Amanda!</span></em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andifwe.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andifwe.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andifwe.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andifwe.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andifwe.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andifwe.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andifwe.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andifwe.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andifwe.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andifwe.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andifwe.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andifwe.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andifwe.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andifwe.wordpress.com/286/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=286&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Quem vê cara, não vê psicose.</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 22:33:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academicês]]></category>
		<category><![CDATA[Acontece]]></category>
		<category><![CDATA[Difícil de aturar]]></category>
		<category><![CDATA[Hipocrisia]]></category>
		<category><![CDATA[Madness]]></category>
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		<category><![CDATA[Raiva]]></category>

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		<description><![CDATA[Das séries O que eu fiz para merecer isso?, Saindo no meio da aula e Enganado-se geometricamente. O que eu não consigo entender é por que ele defende tanto esse ponto de vista radical e até, eu diria, hipócrita. Sim, hipócrita. E eu não sei como pude me enganar tanto com um professor na minha [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=253&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Das séries <em>O que eu fiz para merecer isso?</em>, <em>Saindo no meio da aula</em> e <em>Enganado-se geometricamente</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">O que eu não consigo entender é por que ele defende tanto esse ponto de vista radical e até, eu diria, hipócrita. Sim, hipócrita. E eu não sei como pude me enganar tanto com um professor na minha vida. É muitissimamente difícil eu me enganar com professores, juro. Geralmente os professores que eu gosto podem ser divididos em duas classes: os fofos, que dão aula e não pegam muito no pé do aluno ou os durões, que dão aula, puxam muito do aluno e fazem você sentir que está aprendendo alguma coisa. Eu jurei, na primeira vez que sentei na cadeira para assistir uma aula dele, que ele seria do gênero fofinho. Sério. Ele lembra muito a minha avó. Não que ela seja do gênero frágil e tal, mas ela é vó e sabe como é cara de vó. Não é como se alguém conseguisse resistir. Mas enfim, a questão é me enganei redonda, quadrada e &#8211; por quê não? &#8211; triangularmente. O professor não só não é do gênero fofinho como não se aplica a nenhum dos gêneros que por ventura eu goste ou ature. Claro que isso é apenas culpa da falta de justiça desse mundo cão que, vez ou outra, tende a tirar um sarro com minha bela face. Ele é simplesmente do Gênero que não falta uma aula, faz chamada e, para acabar de lascar, não dá o assunto que deve ser visto na cadeira.</p>
<p style="text-align:justify;">Para deixar bem claro, o professor praticamente trocou a nossa cadeira de Sociologia da Comunicação por MST, Ditadura Militar, O capitalismo é uma merda e afins. Quero admitir para vocês que, a esse ponto da narrativa eu já não sou tão <em>wild capitalist</em> como eu era antes. Continuo na minha mesma boa e velha linha adoro <em>hamburgers</em>, <em>Coke</em> e <em>músicas em inglês</em>. Agora, porém, abro a possibilidade de conhecer alguma coisa mais cult sem achar que estou querendo aparecer, igual a uns e outros que já tive o desprazer de conhecer e decidi que, provavelmente, sou um ser a favor da paz e do não-radicalismo de qualquer forma. Então, de fato, eu não ligaria se ele estivesse dando, sei lá, Teoria Marxista. Não, juro que não ligaria. Por que estaria aprendendo alguma coisa interessante, que eu ainda não entrei em contato em profundidade, embora não concorde e não vá aderir a esse tipo de pensamento. Mas, como dizem por aí, você deve conhecer os dois lados da moeda. Certo, ninguém diz isso assim, mas enfim. A questão é que é praticamente, sei lá, uma aula-desabafo: &#8220;<em>Não, por que eu fui torturado e por que os camponeses no MST isso e por que os jornais aquilo</em>&#8220;. Sem querer desmerecer quem lutou e foi torturado na ditadura de modo algum, mas venhamos e convenhamos: Os <em>companheiros</em> estavam lutando para impor um regime tão brutal quando o vigente. Creio que o dito professor deveria olhar para o AGORA e ter vergonha de defender algo assim. Talvez ele devesse olhar até para o passado e ter BASTANTE vergonha de defender algo do gênero. Por que, sinceramente, é só observar: países  de cunho esquerdista como China, Cuba e, digamos, Venezuela não são países nos quais a democracia é ativa. E não precisa ser nenhum gênio para notar isso. As pessoas não têm LIBERDADE e a imprensa é censurada o tempo todo. Na China, se você pesquisar algo que porventura tenha <em>Tibet</em> no meio, no outro dia tem alguém lá na sua casa lhe perguntando por que você pesquisou aquilo. Então, resumidamente, ditaduras de direita e de esquerda são UMA MERDA e a maioria dos marxistas roxos como o professor, que lutou na ditadura militar contra a opressão da mesma, defende a luta armada, SO: HIPOCRISIA TOTALLY MODE ON.</p>
<p style="text-align:justify;">Por isso que eu achei foi pouco quando William Bonner, que veio fazer uma palestra aqui em Recife, na UNICAP &#8211; infelizmente eu não pude ir, mas sabe como é, eu tinha olhos e ouvidos por lá &#8211; fechou com a cara de um professor de Sociologia da Comunicação de lá da UNICAP e, thanks God, foi devidamente aplaudido pelos espectadores do barraco. Qual é? Um dia desses veio o professor, cheio de lenga-lenga, querendo saber se a gente achava certo ter que seguir uma determinada linha editorial num jornal. Eu, cínica como sou, respondi numa das poucas vezes que tive coragem de ir de contra às suas ideias (ele é velho, já sofreu muito e não quero parti seu coração cansado): &#8220;Não vejo nenhum problema. Sinceramente, em todos os empregos você realmente tem que obedecer ao seu patrão. Por que no jornalismo tem de ser um problema? Ele paga seu salário, você escreve pra ele, logo você escreve o que ele quer&#8230;&#8221; Claro que meu professor ficou que dentadura arriada com isso, por isso decidi não ter mais rompantes na aula dele. Não sei o que ele queria. Queria que o jornalismo fosse um mar de OPINIÕES e não de INFORMAÇÕES? Ninguém saberia em que confiar, assim. Quer dar OPINIÃO? Abre um blog, que nem eu, e põe a boca no trombone. Agora, sinceramente, é muita cara de pau esculhambar o cara e ainda querer que ele te pague por isso. Vamos combinar né?</p>
<p style="text-align:justify;">Nessa ondinha aí, Paradigmas e visões sobre a Sociologia da Comunicação necas de catibiribas.  Mas provavelmente já conheci oitocentas técnicas diferentes de torturar alguém. Aquela sala de aula é a primeira delas.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andifwe.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andifwe.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andifwe.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andifwe.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andifwe.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andifwe.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andifwe.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andifwe.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andifwe.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andifwe.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andifwe.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andifwe.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andifwe.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andifwe.wordpress.com/253/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=253&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Culpa? Quase nunca!</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 01:10:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Simplesmente isso]]></category>

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		<description><![CDATA[É sempre uma briga entre a anjinha e a diabinha que habitam minha mente. Minhas perguntas para mim mesma são tão retóricas que eu nem ao menos deveria me dar ao desfrute de fazê-las. Então eu te ligo. E eu te mando uma mensagem inesperada no meio da tarde, só para te lembrar que eu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=391&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">É sempre uma briga entre a anjinha e a diabinha que habitam minha mente. Minhas perguntas para mim mesma são tão retóricas que eu nem ao menos deveria me dar ao desfrute de fazê-las. Então eu te ligo. E eu te mando uma mensagem inesperada no meio da tarde, só para te lembrar que eu te amo. E que se dane essa regra chata que diz que temos que ficar nos nossos devidos pedestais. Não importa se, mais tarde, a anjinha ou a diabinha &#8211; ou ambas, algumas vezes elas chegam a concordar em discordar de mim &#8211; vão me dar uma super lição de moral. Eu não me importo. Por que naquele momento, mesmo parecendo a coisa errada a fazer de acordo com as regrinhas implícitas dos relacionamentos (as quais eu nunca fui capaz de seguir, uma sequer), há um enorme prazer em quebrar essas regrinhas e ser eu mesma e fazer o que eu quero fazer, que é dizer que te amo de uma forma tão profunda e completa que nunca vou conseguir explicar (mas que viverei tentando). Então continuarei a te olhar nos olhos até você ficar constrangido, a te agarrar na frente de todo mundo e demonstrar até  minha última célula muscular cardíaca o quanto eu te amo. E a ansiar suas ligações, a sofrer com nossas briguinhas e a viver com vontade tudo o que há para ser vivido. Com um pouco de culpa? Raras vezes. Aprendi que não tem nada melhor e mais fácil que ser eu mesma.</p>
<p><strong>Guilty Pleasures &#8211; PAUTA PARA O TUDO DE BLOG</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andifwe.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andifwe.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andifwe.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andifwe.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andifwe.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andifwe.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andifwe.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andifwe.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andifwe.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andifwe.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andifwe.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andifwe.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andifwe.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andifwe.wordpress.com/391/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=391&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Necessita-se de uma bicicleta.</title>
		<link>http://andifwe.wordpress.com/2009/09/30/necessita-se-de-uma-bicicleta/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 15:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontece]]></category>
		<category><![CDATA[Difícil de aturar]]></category>
		<category><![CDATA[NOT]]></category>
		<category><![CDATA[Raiva]]></category>

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		<description><![CDATA[Por que é bem mais fácil ir de bicicleta do que lidar com a folga dos seres ditos humanos que frequentam transportes públicos. Pois bem, e depois me perguntam por que é que sou tão sem paciência. O problema não sou apenas eu &#8211; claro que não vou excluir minha partícula (NOT) de culpa, já [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=180&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Por que é bem mais fácil ir de bicicleta do que lidar com a folga dos seres ditos humanos que frequentam transportes públicos.</p>
<p style="text-align:justify;">Pois bem, e depois me perguntam por que é que sou tão sem paciência. O problema não sou apenas eu &#8211; claro que não vou excluir minha partícula (NOT) de culpa, já que realmente devo ter pego alguma doença que me  faz olhar de lado para qualquer pessoa que pareça ter um QI menor do que 95 (considerado normal) &#8211; mas as pessoas, que simplesmente não têm a menor noção. Sim, nenhum homem é uma ilha e coisa e tal, mas algumas vezes eu não me importaria de ficar ilhada, isolada, embolhada ou qualquer coisa que me faça evitar o super contato não desejado que algumas situações simplesmente  &#8211; e infelizmente &#8211; impõem.</p>
<p style="text-align:justify;">Claro que todos aqui já sabem do meu ódio ao tal do transporte público denominado ônibus. E se não sabem, agora estão devidamentes apresentados (ódio ao busão, everybody; everybody, ódio ao busão). Claro que o meu desgosto em relação à tal transporte from the hell ia pouco além das razões comuns (entenda-se: pouco ou nenhum lugar para pôr os pés/mãos, que dirá o traseiro; pessoas suando bicas perto de você, com os braços levantados e o desodorante vencido &#8211; se é que havia algum desodorante para vencer; vendedores enfiando coisas na sua cara enquanto você tenta ignorá-los; pessoas pedindo dinheiro a cada parada quando você não tem nem duas moedas para bater uma no outra &#8211; e se tivesse certamente não ia dar para essas pessoas; homens aproveitando cada possibilidade para ralar em você ; mulheres aproveitando cada possibilidade para ralar em você ; <em>insira uma coisa desagradável aqui</em> etc). Geralmente eu até consigo chegar feliz no meu destino se eu for sentada do lado da janela e ouvindo, sei lá, Paramore. Eu não me <strong>import</strong>o com a quantidade incrível de ser humanos à minha volta, desde que eles não me <strong>import</strong>unem. É simples: cada um na sua cadeira &#8211; ou qualquer que seja o espaço, sem contato físico de nenhuma espécie &#8211; pelo menos quando se está sentado, sem conversações sem sentido que me impedem de ouvir minha musiquinha feliz e me obrigam a ter que conversar com o ser esquisito e desconhecido que me toma por alguém que conversa durante uma viagem de 45 minutos em um ônibus lotado, etc. São regras simples e implícitas que realmente podem ser seguidas por qualquer pessoa normal, com senso.</p>
<p style="text-align:justify;">É certo que, vista a minha sorte, eu tinha que topar com um ser obtuso. Eu fico feliz por só topar com um ser desses de milênio em milênio, por que do contrário, provavelmente já teria morrido do coração. Sabe como é, eu nunca fui a favor de fazer barraco, mas essa negócio de engolir sapo é realmente ruim para a saúde. Enfim. Lá estou eu, não feliz, mas até que satisfeita, sentada no meu banco do lado da janela, ouvindo Paramore (<em>what a shame we all became&#8230;</em>) e me desligando calmamente da situação na qual me encontrava quando um ser corpulento senta do meu lado. Nada contra seres corpulentos. Eu mesma tomo um espaço considerável da cadeira com meus 62kg. Mas pelo menos eu tenho noção de que não sou exatamente a Giselle e pego minhas coisas e ponho no meu colo. O ser corpulento se achava tanto a Giselle &#8211; afinal tinha uma bagagem digna de modelo (leia-se bolsa grande  estufada) &#8211; que achou que estava sobrando espaço na cadeira quando ela sentou. Então ela colocou a bolsa dela entre mim e ela. Claro que depois disso eu estava ocupando 35% do banco, quando eu tinha direito a pelo menos 50%! Tudo bem, eu até sobreviveria assim. Mas aí eu descobri que a panda tinah trazido sua cria. E a sua cria agia de forma totalmente contra as regras impostas pelas <em>mammas</em> desde que o mundo é mundo. Coisa simples, do gênero NÃO SE SENTA DE PERNAS ABERTAS. Pelo menos não em público.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu estaria cagando para a situação pernal da pentelha se ela não estivesse sentada no colo da mãe dela e tomando eu diria mais uns 10% do espaço que eu tinha com as pernas abertas quase em 180°. Mas não era o caso e eu dava olhadelas irritadas para a mãe da pirralha, na esperança que ela se tocasse e mandasse a filha dela parar de mostrar os fundilhos e dar um pouco mais de espaço para a pobre coitada que tentava fazer o sangue continuar circulando no corpo. Mas até aparece. A situação só piorou, depois que a menina começou a dormir e, CLARO,  ela obviamente não podia cair pro lado da mãe. Ela tinha que dormir no meu ombro. Seria fofo se não fosse ridículo. Sorte que ela não babou, embora tenha sido apenas o que faltou. O cotovelo dela estava posicionado num ângulo muito próximo do meu peito, o que provavelmente causaria uma trombada &#8211; dolorosa &#8211; quando a pobrezinha se mexesse para encontrar uma posição melhor para dormir. Achei que levar uma cotovelada no peito era mas do que eu podia aguentar, ocupado os ditos 25% do banco. Empurrei ainda delicadamente o cotovelo da menina para outro ângulo  e tentei me ajeitar no banco. Claro que não só não consegui me ajeitar no banco como a mãe folgada da folgada ainda desferiu-me um olhar repreendedor por tentar.</p>
<p style="text-align:justify;">Desisti e fiquei sendo esmagada durante os prováveis séculos que levaram para eu chegar na minha parada. Eu não sentia minha bunda e menos ainda  as pontas dos meus dedos. Ah, mas talvez isso tenha sido por causa  do violão. Nota mental: comprar uma bicicleta.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andifwe.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andifwe.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andifwe.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andifwe.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andifwe.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andifwe.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andifwe.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andifwe.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andifwe.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andifwe.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andifwe.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andifwe.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andifwe.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andifwe.wordpress.com/180/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=180&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Nada se perde.</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 11:10:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Falsa Terceira Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Madness]]></category>
		<category><![CDATA[No inspiration]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoses]]></category>

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		<description><![CDATA[E o foda é ter que passar por isso sem nem ao menos ser uma dessas boêmias da vida, ela pensou, enquanto vomitava provavelmente o seu fígado na porcaria da pia do banheiro. É, lugar errado. Mas era isso ou vomitar durante o caminho para o vaso. Se bem que, pensando friamente, provavelmente teria sido [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=390&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">E o foda é ter que passar por isso sem nem ao menos ser uma dessas boêmias da vida, ela pensou, enquanto vomitava provavelmente o seu fígado na porcaria da pia do banheiro. É, lugar errado. Mas era isso ou vomitar durante o caminho para o vaso. Se bem que, pensando friamente, provavelmente teria sido melhor vomitar os tapetes do banheiro mesmo. Até por que ela achou difícil decodificar qual teria sido a pior tarefa: lavar os tapetes vomitados ou limpar a pia quase cheia de vômito. O pai levantou assustado e foi ao banheiro onde ela se encontrava. <em>Mas o que foi que você comeu?</em>, ele perguntava sem parar, enquanto ela mal conseguia respirar com as ondas de enjôo que subiam(seguidas do seu jantar, que não deveria estar indo a lugar nenhum acima do umbigo) e a faziam desejar pelo menos ter merecido tamanho sofrimento. Sem comer nem beber é lasca. Se bem que, pensando bem, ela tinha metido o pé na jaca nas frituras durante o dia. Foi um tal de coxão com catupiry, um tal de comer metade da porção de bolinhos de bacalhau que, certamente, bem não deve ter feito. Bem, se eu morrer, eu não engordo. Tudo tem um lado positivo, não? Ela pegou o pano de chão e começou a limpar a pia cheia de vômito. Seu estômago se embrulhava de forma desconfortável cada vez que ela mergulhava o pano no que, em algum momento da noite, tinha sido seu jantar. Bem, realmente olhar seu próprio vômito é uma ótima forma de combater a náusea. Bem feito. Quem manda ser burra e vomitar na pia? Todo castigo para gente demente é pouco. Terminou de limpar a pia, botou o pano de chão no molho e saiu correndo para botar os bofes para fora novamente. Dessa vez no lugar certo. Levantou a cabeça, exausta, e se olhou no espelho. Gente, como eu estou pálida.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu não quero nem comentar a quantidade de vezes que pessoas passaram como um elefante descuidado em cima do meu pobre coração sonhador.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma enchente de pensamentos loucos me invadiu. Não é como se eu quisesse pensá-los. Não é como se eu pudesse, de qualquer forma, fazer algo para impedí-los de ir em frente. Eles simplesmente tomaram forma e me torturaram por dias que pareceram anos. E não tem como negá-los, por que esses descontrolados pensamentos sem sentido são o que eu sou no mais profundo do meu ser.  De alguma forma eu sei disso. Que eu sou um ser pensativo no fim das contas. Eu não gosto de sê-lo, mas não tem modo de acabar com isso, a não ser acabando comigo também. E, obviamente, eu não quero acabar comigo.  É apenas que isso é tão doentio. Simplesmente tão ridiculamente sem sentido e sem necessidade. Sério, apenas algumas vezes eu queria não ter uma divisão tão forte entre bem e mal, certo e errado. Ou não pensar tanto nessa divisão. Masoquismo não é bem a minha praia, não gosto de sofrer. E ainda mais um sofrimento sem causa decente.</p>
<p style="text-align:justify;">Por mais que eu tente, eu não consigo ser alguém ruim ou errado de verdade. Dependendo do dia, eu até consigo ignorar uma velhinha de pé, mas fora isso não há nada de tão ruim assim que eu consiga fazer e não ficar me matando de culpa depois.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma coisa que ela nunca entendeu verdadeiramente foi esse negócio de competição. Ela sempre se achou uma retardada boba e romântica por que não conseguia competir. Não no amor. Nunca achou que fosse uma guerra válida. Para ela sempre foi tão simples: é só amar e ser amado. Sem querer estar por cima, apenas estando no mesmo nível: o infinito. Por que, sim, amor bom é aquele amor que não tem tamanho. Querer medir o amor é uma tarefa inútil. Como enxugar gelo. Sendo que o gelo um dia vai acabar. O amor não. Não o amor de verdade, o amor vindo das profundezas mais enlouquecidamente longíquas do nosso coração.</p>
<p style="text-align:justify;">A competição nunca coube e nem caberá, ela pensa. Por que para ela o amor não deve ser complicado e dolorido. Ele deve ser o melhor. A beleza. Não o medo. O enviar uma SMS só para lembrar ao seu amor que, sim, o ama. Sem a problematização. Sem sequer esperar uma de volta. A mensagem tem unicamente a função de estravazar algo que toma o seu peito e a enche de tanta alegria pura e ilumiante que é impossível ficar calada sobre isso com o ser amado. Sem medo de amar demais. E qual seria o problema, se a outra pessoa também te ama nessa mesma proporção: o demais?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">PS: Se não faz nexo, entendam o por que: esse post é uma mistura de todos os posts inacabados que eu tinha aqui. Queria limpar, mas não queria jogá-los no limbo internético.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andifwe.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andifwe.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andifwe.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andifwe.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andifwe.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andifwe.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andifwe.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andifwe.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andifwe.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andifwe.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andifwe.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andifwe.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andifwe.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andifwe.wordpress.com/390/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=390&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Pelo direito de gostar do que se gosta!</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 18:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A minha vontade, normalmente, é mais de dar uma de madrasta má e oferecer uma maçã envenenada mesmo, em vez de um sociável cartão vermelho. Mas, enfim, o que me chateia e que eu acho extremamente errado são pessoas que esnobam a cultura alheia e acreditam piamente que o único tipo de, por exemplo, música [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=144&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A minha vontade, normalmente, é mais de dar uma de madrasta má e oferecer uma maçã envenenada mesmo, em vez de um sociável <span style="color:#ff0000;"><strong>cartão vermelho</strong></span>. Mas, enfim, o que me chateia e que eu acho extremamente errado são pessoas que esnobam a cultura alheia e acreditam piamente que o único tipo de, por exemplo, música que se deve escutar é Chico Buarque e pisam totalmente em quem gosta de, sei lá, Britney Spears. Já está na hora de todo mundo saber que gosto não se discute e nem se julga, tampouco! Cada um tem direito ao seu e ninguém é melhor ou pior por causa disso!</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Para quem vocês dariam um cartão vermelho? &#8211; </strong><strong>PAUTA TDB</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-144"></span>Não sei o que faz, de verdade, as pessoas acharem que são muita coisa só por que, de repente, elas falam mais difícil ou gostam de música erudita. Oiiiii? Estou cercada de imbecis ou coisa assim? Alguém já ouviu falar em RESPEITO, ou algo do gênero? Por que, eu não sei vocês, mas cada degrau que subo só encontro gente mais e mais metida a coisa, que se acha o máximo por que conhece não-sei-quantas-músicas do Buarque ou por que lê, sei lá, Platão. Nada contra, como já devem saber, pessoas que gostam de uma coisa mais clássica. Não mesmo. O que eu não aguento são as pessoas que gostam disso e acham que só por que é CLÁSSICO é o CERTO a se gostar e tudo o que for diferente disso é porcaria. O que, EXATAMENTE, prova que Zeca Pagodinho é pior do que Bach? Baseado em que argumentos imparciais e universalmente aceitos você pode julgá-lo inferior? Zeca Pagodinho é samba e cumpre o seu papel como integrante da classe. Se você não gosta, oiii, o problema é seu. Agora não me venha dizer que é música de classe B ou qualquer outra merda elaborada que é apenas o que eu vejo sair da sua boca-esgoto. Eu queria não ter bagagem cultural suficiente, assim pelo menos não teria de entender as porcarias que você escreve se achando a <em>bala-que-matou-kennedy</em>. Eu só digo o que eu sempre disse e sempre direi: gosto de Britney Spears, de Meg Cabot, de Gossip Girl, adoro moda e uma das minhas comidas prediletas é um bom e gorduroso hamburguer. E, acredite, me sinto muito bem assim e NEM A PAU isso me faz melhor ou pior do que você, que é aficcionado por sushi ou qualquer outra comida mais chique. Isso é gosto, vê se aprende e pára de encher meu saco. <span style="color:#ff0000;">reallyficaadica</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>PS: </strong>Sim, adorei essa pauta do TDB. Queria ter podido escrever mais no início, mas a Nathy disse que só queria umas poucas frases, então tentei ser o mais sintética possível.<br />
<strong>PPS:</strong> Eu sei, totalmente me aproveitei do assunto para dar alfinetadas em uma certa pessoa. Mas ela muito IMPROVAVELMENTE vai ler, então foi só para extravazar mesmo.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andifwe.wordpress.com/144/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andifwe.wordpress.com/144/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andifwe.wordpress.com/144/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andifwe.wordpress.com/144/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andifwe.wordpress.com/144/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andifwe.wordpress.com/144/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andifwe.wordpress.com/144/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andifwe.wordpress.com/144/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andifwe.wordpress.com/144/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andifwe.wordpress.com/144/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andifwe.wordpress.com/144/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andifwe.wordpress.com/144/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andifwe.wordpress.com/144/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andifwe.wordpress.com/144/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=144&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Otherbiography, aham.</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 19:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Falsa Terceira Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhos]]></category>

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		<description><![CDATA[E ela olhou profundamente para os olhos cor-de-mel da foto, quase sentindo o doce deles. Aqueles olhos dizem tanto sobre ele, embora muitas vezes o seu doce seja meio incomum. Um tanto amargo, um tanto irônico. Como café forte, algo que você aprende a gostar. Num suspiro, ela lembra o quanto adora sentir aquele olhos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=100&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">E ela olhou profundamente para os olhos cor-de-mel da foto, quase sentindo o doce deles. Aqueles olhos dizem tanto sobre ele, embora muitas vezes o seu doce seja meio incomum. Um tanto amargo, um tanto irônico. Como café forte, algo que você aprende a gostar. Num suspiro, ela lembra o quanto adora sentir aquele olhos marrons quentes subirem até o seu rosto e queimá-lo. Como gosta de abraçar seu corpo e sentir seu cheiro inconfundivelmente seu. O cheiro dele é algo muito particular, que nenhum perfume pode disfarçar. Ele está sempre lá, se sobrepondo à qualquer fragrância. Algo de másculo, algo que me faz implorar aos dias que deixem de moleza e passem rápido, para que eu possa vê-lo e sentí-lo. Algo que a torna tão viciada nele como é. O tempo é um amigo infiel, que curte ignorar os lamentos deprimidos das pessoas. O tempo a impossibilita de tê-lo com ela agora. A impossibilita de ter seus lábios arrepiando a pele do seu pescoço e deixando-a tão molenga quanto alguém pode ficar sem cair. E esperar nunca foi mesmo seu forte. Ela sente ansiedade e vontade. Vontade de viver tudo de uma vez e, mesmo assim, ainda ter muito para viver. Com o mundo, mas principalmente com ele.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela ainda quer dormir com os pés enrolados no dele, a cabeça no peito cabeludo dele, embalada por sua respiração e adormecida pelo cheiro dele, tão perfeito ao seu nariz, a deliciosa combinação de um banho bem tomado com a testosterona que derrete por seus poros. Ela ainda quer acordar com a respiração dele em sua nuca, os braços dele jogados em cima da sua cintura e suas mãos confortável e desleixadamente em cima dos seus seios, como se ali fosse mesmo o lugar onde eles sempre queriam e deveriam estar. Quer ouvir um <em><span style="color:#000000;">eu te amo</span></em> como <em>bom dia</em>, dito pela voz áspera de um recém-acordado ao pé do ouvido, acompanhado por um beijo atrás da orelha, que sempre a arrepia e a faz querer pegar todo ele e, de alguma forma, enfiá-lo dentro de si para sempre. Para que nunca possa sentir falta dele, para que nunca mais tenha que sentir a dolorida dor da saudade. Ela ainda quer tantas coisas com ele e ainda há tanto tempo para realizá-las, embora ela ansie. O mundo gira em seu próprio tempo, independentemente dos desejos loucos  urgentes dela e da sua mania de querer tudo aqui e agora.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela bate o pé, amuada, para esse tempo ingrato, quando se lembra. Foi o mesmo mundo que gira devagar que o trouxe para ela. O melhor presente que ela poderia ter ganho, em qualquer tempo. Foi esse mundo que trouxe e ela realmente deveria parar de querer viver tudo de uma vez e aproveitar o que ela pode ter agora. Afinal, ela só terá dezenove uma vez. Fazer amor numa cama é coisa para velhos. É tempo de avaliar as possibilidades. Ou melhor testar as possibilidades. Ela lembra da escada e ri. Ah, se escadas falassem! Não crê que sua mãe ficaria muito satisfeita.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andifwe.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andifwe.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andifwe.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andifwe.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andifwe.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andifwe.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andifwe.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andifwe.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andifwe.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andifwe.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andifwe.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andifwe.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andifwe.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andifwe.wordpress.com/100/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=100&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Impossibilidade do diálogo = Surdez Auto-Induzida*.</title>
		<link>http://andifwe.wordpress.com/2009/08/22/impossibilidade-do-dialogo-surdez-auto-induzida/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 19:41:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academicês]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos]]></category>
		<category><![CDATA[Difícil de aturar]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu, como estudante de comunicação social que sou, já estou de testículos inexistentes bem cheios de ouvir falar em diálogo. Já sei como a teoria da comunicação não é vigente &#8211; aquela que trata o interlocutor como mero recipiente de idéias alheias. Muito embora alguns colegas meus continuem na época das cavernas, achando que realmente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andifwe.wordpress.com&amp;blog=8461681&amp;post=74&amp;subd=andifwe&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Eu, como estudante de comunicação social que sou, já estou de <span style="color:#c0c0c0;"><em>testículos inexistentes</em></span> bem cheios de ouvir falar em diálogo. Já sei como a teoria da comunicação não é vigente &#8211; aquela que trata o interlocutor como mero recipiente de idéias alheias. Muito embora alguns colegas meus continuem na época das cavernas, achando que realmente os meios de comunicação levam ao emburrecimento da população e ao empobrecimento cultural, continuo discordante e <span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#ff0000;">Gossip Girl addicted</span></span>, como sempre. Mas vou poupá-los da minha recorrente defesa do Capitalismo e também da minha eterna pergunta &#8216;se os odeiam, por que querem se juntar a eles?&#8217; e ir ao que interessa: a incapacidade do diálogo.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse foi um dos textos totalmente pé-no-saco que o professor de filosofia nos mandou ler (Por que, POR QUE as pessoas têm que usar palavras com práxis?! Que coisa mais imbecil de se fazer, quando existe uma palavra chamada PRÁTICA que se adequa perfeitamente no contexto!), de um autor extremamente problemático, como quase todos que nos mandam ler na faculdade, que escreve super difícil e cita autores *sobrenomescomplicados. Claro que dormi psicologicamente toda a aula pós-texto, que se propunha a ser um debate acalorado sobre o tema, mas que no final terminou sendo uma disputinha &#8216;eu sou mais inteligente&#8217; entre algumas almas superdotadas (e übber chatas) que se encontravam no recinto. Você sabe como é dormir psicologicamente: quando você está de olhos abertos e tudo, mas está totalmente organizando sua agenda mentalmente, pensando no fim de semana passado, idealizando o próximo. Eu totalmente durmo psicologicamente em 5 de 6 aulas desse semestre. Na aula de Teoria da Comunicação eu até olho com atenção para a professora, mas é só para ver se aquela cara esticada dela é botox mesmo (E o pior que é mesmo. Prova número 1: a cara é lisa, o pescoço é engilhado. Prova número 2: a minha testa enruga mais quando eu levanto as sobrancelhas do que a dela quando faz o mesmo). Enfim, a questão é que eu acordei totalmente numa parte que falavam &#8211; na verdade aquele ser ególatra já mencionado &#8211; que o autor não deixava espaço para um <span style="text-decoration:underline;">debate não convergente</span>, que é um que as pessoas não concordam, mas conversam mesmo assim. Claro que, lendo o texto como li, discordei. Como não tive cara para defender o que queria naquele momento (E graças aos céus que não fiz isso. Sou péssima falando. Eu engasgo, gaguejo, faltam as palavras etc. Preciso de um curso de oratória pra ontem!), queria mostrar o que penso aqui, onde é relativamente mais seguro e não vai me formar um <span style="color:#ff0000;">ethos</span> (basicamente, a imagem do que as pessoas pensam sobre você #amandatambémécultura) de travada social.</p>
<p style="text-align:justify;">Pois bem,  a incapacidade do diálogo habita não na diferença, qualquer que seja ela (de ideais, de nacionalidades, de raças etc), mas apenas na sua incapacidade ou na do interlocutor de <strong>verdadeiramente escutar </strong>o que você tem a dizer. E quando digo isso não é concordar com o que seu interlocutor diz, mas simplesmente deixá-lo falar, prestando atenção no que ele diz e contestando-o, se você discordar, ou concordando com ele, se você, bem, <em>obviamente</em>, concordar. Eis uma coisa que pouca gente consegue fazer. Eu não me excluo do contigente. Mesmo achando muito chato essa falta de diálogo entre pessoas que pensam diferente (Burrice demais, visto que de uma síntese de ideias bem contrárias &#8211; antíteses &#8211; pode sair uma mistureba bem legal &#8211; síntese. Viva a <a title="Dialética - Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dial%C3%A9tica" target="_blank">dialética</a>!), eu não faço nada mesmo para mudar isso. Até por que, convenhamos, é um saco conversar com alguém que <strong>NUNCA</strong> concorda com você. Eu devo saber, pois eu tenho um amigo assim e é extremamente cansativo falar com ele. Algo do gênero:</p>
<p style="text-align:justify;">- Oi, quanto tempo!<br />
- Oi. Mas o que você quis dizer com quanto tempo?<br />
- Ué, faz mais de um mês que a gente não se fala! É tempo!<br />
- Não, não é. Uma era é tempo!<br />
- Claro que não posso tomar uma era como medida para aplicar na minha VIDA que provavelmente não vai além de uma centena de anos..!<br />
- Claro que pode e mais, deveria, porque&#8230;<br />
- Escuta, cê não tem mais o que fazer não? Uma boyzinha para pegar, um desses teus joguinhos acerebrados para jogar ou coisa assim? Vê se me erra!</p>
<p style="text-align:justify;">Claro que o oposto também é verdade.  Eu tive <a href="http://andifwe.wordpress.com/2008/07/02/maria-vai-para-a/" target="_blank">um</a> ou dois encontros com seres dessa magnitude e devo dizer que  e, sinceramente, devo admitir que tive que me segurar para não pegar uma marreta e quebrar a cabeça deles para ver se havia um cérebro dentro daquela maldita ou apenas uma fotocopiadora de ideias alheias que não são guardadas na memória. <span style="color:#ff0000;"><em>Something like</em></span>:</p>
<p style="text-align:justify;">Pessoa 1: Hitler foi um nojento, seboso, filho de chocadeira.<br />
Pessoa 2: Ah, era mesmo. Horrível!<br />
Pessoa 3: Ah, ele era um cara legal, que queria tirar a Alemanha do buraco e levantar a moral alemã.<br />
Pessoa 2: Total, o cara era demais. Um Gandhi, praticamente!</p>
<p style="text-align:justify;">Mas eu estou divagando. No fim, eu só queria deixar bem claro que a impossibilidade do diálogo habita naquela sala de aula, quando seres super-todas-as-coisas te intimidam a um ponto de que você corre mesmo o risco de travar e deixa passar coisas que realmente poderiam fazer a diferença. Ou não. Mas, se é um diálogo, a interlocução é o que vale.</p>
<p style="text-align:justify;">* Auto-Induzida é com hífen?! #reformaortográficahater</p>
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