A saga Campinas.

Ou A MINHA PRIMEIRA VIAGEM DE AVIÃO, GENTEM.

Poisé, gente. Aqui estou eu, tirando o pó desse lugar. Eu sei, esse é o meu blog pessoal, eu deveria dar mais atenção a ele e tudo o mais. Mas é que ultimamente eu tenho me envolvido com alguns projetos coletivos e tem sobrado pouco tempo para dedicar para o Maçãs Verdes, mais por falta de organização minha do que por real falta de tempo. A propósito, agora você podem me ler ocasionalmente na Revista No Divã, no Quem Curte? e, de primeiríssima mão, no Tindico – blog de uma amiga blogueira das antigonas, a @bjam_. Enfim, mas resolvi tomar um pouquinho de vergonha na cara (vergonha é uma coisa que realmente deve ser usada com moderação) e postar sobre a minha PRIMEIRA VIAGEM DE AVIÃO ever. Acho que, nesse caso, vale começar do começo né? Estão com paciência?

Ida

Então, na verdade, essa viagem à Campinas era para ter ocorrido dia 17 de maio, por que eu fui contratada SÓ para ser analista de relacionamento de uma determinada empresa – não digo qual é aqui por que não sei se posso – e, para tanto, precisava conhecer a empresa mesmo, como tudo funcionava e tudo o mais. Mas, enfim, devido a uns desencontros na agenda do pessoal que ia aplicar os treinamentos em mim, terminou que viajei dia 12 – de julho. Mas, no fim, foi bem melhor viajar durante as minhas férias, por que eu estava atolada de trabalhos e provas de fim de período – tenho certeza que geralw deve ter uma ligeira noção de como é – e não ia ser legal viajar no meio disso tudo. Seria no mínimo temçu. Mas enfim, houve todo um rebuliço. Como vocês sabem, aqui em Recife faz 50º na sombra, normalmente (o apelido carinhoso de Hellcife NÃO É A TOA). O que nos treina para ir para o Saara, mas certamente não nos prepara para viajar para São Paulo. É, que, bem, eu não sei lidar com frio. Frio pra mim é 22º. Ou  era. Mas enfim. Fui procurar casacos para comprar. Todos acima do que meu bolso estava podendo pagar. Além do quê achei muito inútil esse negócio de gastar UMA NOTA num casaco quando eu provavelmente o usaria de vez em nunca, uma vez que jamé fará frio enough aqui em Hellcife para podermos usar roupas assim – thanks God. Não pelas roupas, que são lindas mesmo. Mas não curto frio, mesmo. Enfim. Comprei um All Star – uma vez que minha mãe, num ataque de loucura, jogou meu (único) All Star/tênis fora (mas isso é outra história) -, enfiei uma meias grossas na mala, peguei uns casacos emprestados da vizinha, enfiei tudo na mala e fui, super diva pegar o meu avião lindo. Coloquei o meu conjuntinho roxo – que descobri estar com manchinhas de água sanitária na calça, mataray quem fez tamanha barbaridade com meu bebê -, meu sapato que se chama Rebecca – só pra constar, o maldito me fez um calo do inferno – e fui poderosa com meu pai, minha irmã e minha mãe para o Aeroporto Internacional Dos Guararapes – nome chique, né? Era a primeira vez que eu ia para o aeroporto para viajar e não posso mesmo negar que estava a little -a lot – tensa. Quer dizer, naquele mesmo dia, tinha almoçado com Weslley e me segurei horrores para não chorar e cantar “Não se vá…”. Mas, assim, quem ia era eu. Achei que não faria muito sentido cantar isso, né? Vai ver eu estava errada, mas enfim. Então, lá vou eu, fazer o check-in, que foi super rápido. Em pouco tempo, quando eu menos esperava, já estava na fila para passar pelo raio-x. Nem precisava tem me estressado com o trânsito. Mas vocês sabem como essas coisas são, não? Quando você está nervosa, TUDO conspira para deixá-la mais nervosa. As pessoas – e os carros que as malditas dirigem – não saem do lugar, você sai de um sinal fechado para outro fechado também, os pedestres acham que aquele é um bom momento para desfilar na sua frente – e geralmente, não é ninguém bonito, creia. Enfim, nada dá certo e você começa a pensar que vai perder o avião. Mas no fim, estava lá eu, me despedindo do meu pai, da minha mãe e da minha sister com uma agoniazinha no coração, meio que anestesiada pela adrenalina do pré-acontecimento. Riam-se de mim, mas era a primeira vez que meus lindos pezinhos – mentira, eles são horrendos – sairiam da minha terrinha para algum lugar completamente diferente, sozinhos e, ainda por cima, de avião. Tenho licença para sofrer o meu tantinho com hormônios psicóticos né? Ah, sim. Passei pelo raio-x sem pagar mico – VIVA! – e fui procurar o portão por onde eu embarcaria. Portão 11. Tá. Sentei de frente para ele, esperando ser chamada. 16:20, 16:30, 16:40. Nada. E o vôo era às 17hs. Comecei a achar meio estranho estarem mostrando um vôo da Gol no lcd do portão 11, uma vez que o vôo para o qual eu tinha bilhete era o da TAM. Levantei e fui dar uma olhada pelos outros portões. Quando olho o portão 8, está lá um lindo: Brasília, 17hs, Embarque Imediato. Quase tive um ataque. Saí agoniada e fui entregar meu bilhete pro cara lá da TAM. Perguntei, na minha inocência de marinheira (?) de primeira viagem: É esse mesmo? É que no eu bilhete tem portão 11… O cara, olhando pro bilhete: Ah, sim. Mas é que tiveram que realocar a aeronave e mudamos de portão. OH REALLY? Enfim, lá vou eu para o avião, bem nervosa. Quer dizer, eu quase perdia o vôo. Isso não pode ser bom. Sabe aqueles filmes da Saga Premonição, nos quais as pessoas quase fazem alguma coisa, terminam não fazendo e aí a morte persegue elas pra sempre? Enfim, não sabia se era a escolha certa ir ou ficar, mas fosse qual fosse a minha escolha, eu ia morrer – um dia, gente, um dia. Mas foi o que me veio na cabeça, claro. Então entrei no avião. Entrei e uma comissária relativamente simpática me desejou “Boa Tarde”. Quase respondi: “Tudo depende de vocês, sabe”. Mas achei que seria meio tenso falar isso assim de cara. Pode ser que ela pulasse minha poltrona no hora do lanchinho, o que num vôo de mais de duas horas pode ser meio tenso. Então procurei minha poltrona: 6C. Corredor. Esperei que as viagens no corredor do avião fossem tão chatas quanto no ônibus. Tinha um cara na minha poltrona. Pedi licença a ele e me sentei. Qual é a dessa galera? Eu sou corredor, mas eu também tenho direito de sentar, tá? Humpft. Sentei, peguei meu livro – Desculpa se te chamo de amor, em breve resenha lá no Tindico /merchanoff -e tentei ler. Não consegui. Tinha gente por demais nesse vôo, muita agitação e, quando todo mundo resolveu ficar quieto, era hora de decolar. E eu também NÃO IA conseguir ler no momento da decolagem com aquele tenso “Vamos diminuir as luzes para decolar”. Quer dizer. Meus ouvidos deram aquela tapada gostosa de quando a mudança de pressão é meio brusca e eu fiquei tensa até o momento que eles disseram: “Podem desatar o cintos, ligar os objetos eletrônicos e blábláblá”. Então tentay ler meu livro. Mas ainda estava nervosa, então só fiquei tentando lê-lo durante uns 30 minutos. Depois me rendi ao meu notebook, que tinha uns episódios ainda não assistidos da terceira temporada de Sex And The City. Sabia que a turma da Carrie me acalmaria nessa nova jornada (!) minha. Então abri meu notebook, enfiei meu headset – os fones de ouvido da TAM tinham acabado. Tudo correu bem. O vôo foi tranquilo, o lanchinho oferecido foi bem gostosinho – era um sanduichinho com blanquet de peru, requeijão e mais alguma coisa que perdi. Mas a bateria do meu notebook estava acabando. Sim, esqueci de carregar, DAMMIT. Guardei o notebook na bolsa e fui procurar um banheiro para esvaziar minha bexiga, que funciona lindamente no frio. Depois de muito esperar -aparentemente minha bexiga não era a única a funcionar – consegui entrar no banheiro. Mas, inocentemente, esqueci de acionar a trava – na verdade não a vi, antes de pagar o mico. Depois de pagar o mico é que ela aparece linda e loira, aquela bitch do inferno. Sim, abriram a porta. Sim, gritei e fecharam a porta. Quase morri de vergonha. Mas eu passar por toda a viagem e não pagar um mico que fosse, só se eu tivesse sido abduzida. No fim, chegamos em Brasília, onde eu esperaria o avião de me levaria de fato à Campinas. Comi um croissant que era mesmo uma delícia – aprendam, seu malditos donos de cafeterias, que a massa do croissant é FOLHADA, não massa de pão – e fiquei esperando chamarem para embarque. Dessa vez me informei do real portão – também havia mudado – e não houve problemas. Havia bem menos gente nesse segundo vôo – também, não foi um vôo muito cedo. Eram uma 21hs quando ele partiu de Brasília. Então, consegui fones de ouvido nesse vôo e fui o caminho todinho escutando Hip Hop, R&B e afiliados e lendo o meu livro, já que estava bem mais calma e que meu notebook não tinha mais bateria. Tudo correu bem – ainda melhor que no primeiro vôo, no qual o meu nervoso e a minha inexperiência me fizeram passar vergonha, rs. Então o fato é que às 22:50 do dia 12, chegay no Aeroporto Viracopos, em Campinas, peguei um táxi e rumei para o hotel escolhido.

During

A verdade é que eu estava MORTA de sono e não tinha coragem de ser sociável e conversar com o taxista. Até por que estava com medo dele, uma vez que nós parecíamos NUNCA chegar no bendito hotel. Tudo em Campinas é meio longe e essa lonjura me custou 78 reais. Mas pelo menos cheguei sã e salva no Sleep Inn, hotel onde fiquei hospedada toda a viagem, embora o taxista não deva ter uma boa imagem de mim, uma vez que mal falei com ele, rs. O hotel era ok, mas todas as tomadas eram 110V, o que significa, basicamente, que eu teria que ficar assustando geralw nos meus bad hair days – aka everyday -, já que não poderia usar minha chapinha. Eles tinham secador, mas CONVENHAMOS que nenhum secador all alone poderia dar jeito na minha juba, BEIJOS. Outro porém era que eles não tinham aquecedor. Galere, vamos pensar nas pessoas que moram em lugares quentes e simplesmente não sabem lidar com frio de 12º, falou?  Aquele ar condicionado instalado na parede do meu quarto parecia uma piada de mal gosto. Tiray até ele da tomada, pro caso dele ser daquele psicóticos que se ligam sozinhos. Serião, se alguém ligasse aquele ar condicionado, eu morria. Na verdade, sabem como é viagem à trabalho né? Você conhece o hotel e só. Então, me perdoem se só falar do hotel aqui, por que a outra parte da viagem – a da empresa e etc – obviamente I’m not allowed to talk about. O café da manhã era legal, tirando a parte dos 857 executivos empaletozados olhando para você, sua cara amassada e seu bad hair day logo antes das 10 da manhã. Quer dizer. Mas o suco de laranja compensava tudo. O shopping de lá, um tal de Galleria, era bem legal também. Ele é meio aberto, tem um fonte MUITO linda no meio dele e, no dia que eu fui almoçar lá, tinham uns passarinhos na mesa onde eu ia comer. Muito fofo, muito fofo mesmo. Mas as pessoas é que fizeram toda a diferença. Todo mundo super solícito e educado. Se bem que as únicas pessoas com as quais falei foram pessoas que tinham que me tratar bem – por que eu estava pagando –  e o pessoal da empresa, que não tinha nenhuma razão para me tratar mal, uma vez que falei pouco com a maioria da galera. Enfim, o fato é que eu já estava mesmo de agonia de estar longe da minha casa, da minha família e, CLARO, longe de Weslley. Dormia todas as noites agarradas com o Corazón – coração de pelúcia que ele me deu – mas CLARO que não era a mesma coisa de poder dar um abraço bem forte em Weslley. Então, quando o dia 15 chegou, depois de muitos cafés da manhã, mãos dentro do casaco para fugir do frio, viagens a cidades próximas e tweets comentando da saudade que eu estava de @uerlei, eu estava mais do que pronta para voltar. Não quero dizer que estava pronta para voltar desde o momento que cheguei, por que vai parecer uma má vontade com a cidade e as pessoas educadas que conheci lá. Mas a verdade é que não gosto de viajar sozinha. Deixar as pessoas que amo em outro lugar completamente LONGE. É simplesmente too much for me. Mas enfim, às 17hs peguei um táxi para o Aeroporto Viracopos e, dessa vez, super conversei com o taxista – ele tem dois filhos, um deles tem 16 anos e é super alto -, por que tinha que limpar minha imagem né? Vai que pensam que sou uma fechada da vida? Seria a maior imagem errada do século! Cheguei no aeroporto, agradeci o taxista e fui fazer o check-in.

Volta

Dessa vez iria de GOL e, vou te contar, essa empresa foi a decepção da viagem, na moral. Já chegando lá, descobri que minha conexão para Brasília iria atrasar muito e o cara mudou a minha conexão para o Rio. Eu ia chegar uma hora mais tarde do que o previsto em casa, pois a viagem do Rio para Recife é bem maior que a de Brasília para Recife. Então tá. Meu avião estava previsto para sair às 19:50, sendo a primeira chamada às 19:10. Fui jantar, por que já vi que ia demorar. Comi outro croissant delicioso  e fui esperar meu vôo próxima a meu portão de embarque – já previamente checado. Acho que só comerei croissant de aeroporto, viu. Por que ainda não descobri outro lugar que fizesse um croissant de qualidade, aff. Enfim, deu 19:10, 19:20, 19:30 e necas de chamarem. Me levantei e fui perguntar à mocinha lá da Gol WTF tinha acontecido que ainda não tinham nos chamado para embarque. Ela: Então, o vôo está atrasado”. Ah, mas QUE BOM. Por que eu nem queria chegar em casa e dar um super abraço em Weslley nem nada. Terminou que o vôo de Brasília chegou, decolou e a gente ainda estava lá. Terminamos embarcando às 19:50, hora que era para estarmos DECOLANDO. Mas enfim, eu fiquei aliviada por que pelo menos já estávamos no avião. Meu alívio passou bem rápido, actually. Decolamos e o avião ainda estava meio inclinado quando começamos a sentí-lo tremer. Pensei: Pronto, FUDEU. Quer dizer, eu vou morrer antes de me casar? Mas que vida de merda é essa? Depois de muitos olhares tensos trocados pelos tripulantes o piloto, aquele filho de uma mãe, teve a bondade de avisar: “Favor manter o cintos atados, pois estamos passando por uma área de instabilidade”. OOOOOOOOOOOH REALLY? Quer dizer, nós nem tínhamos percebido, se ele não avisasse acho que NUNCA NA VIDINHA íamos adivinhar sozinhos. #NOTREALLY. Então, a verdade é que o vôo foi muito tenso e mesmo quando ele disseram que podíamos ligar nossos equipamentos eletrônicos, não liguei. Por que aquele avião tremia tanto que era melhor nem arriscar. E olha, vou te contar, que lanche horrível viu? Lá vem eles com um Cookie da Bauducco para mim. Peguei e fiquei olhando para eles, esperando. A gordinha tensa que existe em mim não quis acreditar que era só um Cookie o lanchinho deles. Quase mandei eles colocarem aquele cookie num lugar que teria bem mais serventia do que no meu estômago. Mas estava nervosa demais para isso, então guardei o Cookie na bolsa e rezei pra chegar viva no Rio. Eis que, 50 minutos depois, eu desembarco no Rio, sã e salva. Mas a little traumatizada, é fato. Chego lá no Aeroporto Galeão, e faltam apenas 10 minutos para começarem a chamar meu vôo, que partiria às 22hs. Vou no banheiro correndo e volto. 21:20, necas. 21:30, necas. 21:40, necas. Aí aqueles malditos caras com cara de bunda da Gol resolvem avisar alguma coisa pelo alto-falante. “O vôo para Recife está atrasado, com previsão de chegada às 22:20”. MAS QUE BOM. Quer dizer, nunca mais na vida que eu viajarei por aquela empresa, fatão. Quer dizer, seus vôos atrasam e seu lanchinho é péssimo. Nem vai rolar. Para encurtar a história ficamos nós dois, eu e o sono, esperando o avião até umas 22:40, quando finalmente decolamos. A viagem durou 2:20 e o avião tremia de vez em quando – o que não aconteceu nenhuma vez com o vôo da TAM – e o lanche da segunda viagem também foi uó, apesar de maior: um saquinho de salgadinhos com gosto de nada e um bolinho de chocolate. Quer dizer, que está morrendo de frio que algo QUENTE para comer, ficaaporradadica. Foram mais de duas horas de sonolência agoniante, por que eu nunca conseguiria descansar naquelas poltronas desconfortáveis – e nunca conseguiria dormir num vôo tenso daquele. Enfim, cheguei em Recife às 01:40, mais ou menos, e nem sequer conseguia ficar muito alegre, tamanho massacre dessa viagem. Estava cansadíssima, mas ver Weslley e meu pai me esperando na saída me mostrou que todo sofrimento para voltar pra casa valeu a pena. E consegui sorrir, dar um beijo na bochecha do meu pai, abraçar Weslley e sair andando abraçada com ele. Para ir para casa. Sabe aquele clichê: não há lugar como nossa casa? É. É clichê, mas funciona.

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9 thoughts on “A saga Campinas.

  1. Consegui ler o post todo! Sem apelar para leitura dinâmica HAHAHAHA
    Nunca viajei de avião… acho que tb ficaria tensa numa turbulência, e como tenho problemas de concentração para ler livros, teria que me virar com eletrônicos (aka meu celular/mp[insira um nº aqui]).
    E nem aqui no rio vc teve um descanso do tempo ruim, né?
    Mas foi o que a gente tava conversando: depois de turbulências, frios e lanches ruins, vc voltou pra perto das pessoas que vc ama, acho que o reencontro acaba sendo o lado bom de algumas despedidas 🙂

    bjos ;**

  2. Ri muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito, Amanda!
    Lembro que a primeira vez que viajei de avião sozinha, foi de Sampa pra Uberlândia, no aeroporto de Congonhas que é enorme. Quando avisaram que meu portão de embarque havia sido mudado e eu deveria pegar um daqueles ônibusinhos, tremi de medo de ter entrado no ônibus errado! Mas no final deu tudo certo.
    Querida, aquecedor para 12ºC? Acho que você está precisando de umas férias aqui no Sudeste, hein! 12ºC é bem friozinho, mas uns cobertores e meia grossa bastam. Não?
    Morro de vontade de viajar sozinha assim, sabia? Acho que sou meio louca, mas fico pensando que um final de semana assim me-myself-and-i não deve ser nada mal, ficar o dia todo num quarto de hotel na preguiça deve ser amazing!
    E eu amo o sanduíche da Tam com peito de peru, amo muito. E odeio a Gol também, sempre atrasa, as poltronas são mega desconfortáveis, ai, nunca fui feliz.
    Beijos

  3. É amigue, sentei a bunda aqui e li tudinho. E ri. Sabe, essas sagas de viagem acabam sendo engraçadas. Nunca voei pela GOL, mas já ouvi reclamações. Assim como já ouvi da TAM. Quando voei por ela, o lanche que nos deram foi RIDÍCULO de ruim. A carne do almoço dava medo. Sei lá. Tudo tem seu lado bom e ruim, né?
    Ah, só sei que esse post seu me deu mais vontade ainda de viajar. AMO. E sim, por melhor que a viagem seja, voltar pra casa é uma delícia.
    Beijo

  4. Acredite se quiser, mas eu li tudinho! hahahaha e ainda ri com seus micos, sorry…. hahahaha realmente, esse negocio de trava do banheiro já aconteceu comigo mais de uma vez, viu (não no avião, porque eu nunca entrei em um :x) e é super tenso, né.

  5. oi amanda, tudo bom?
    muito engraçado o jeito que você escreve, fiquei rindo aqui enquanto lia… mas li o post todinho, a ida, during e a volta… e concordo contigo, não tem nada como chegar em casa! é muito bom viajar, mas é muito bom voltar também… espero que tenha aproveitado a viagem! e acho difícil que um dia você queira vir para o rio grande do sul, já que anda fazendo em torno de 5 graus em média por esses dias!! frio do caramba! nem eu que sou daqui gosto… é frio demais! e ahhh, é super normal voos atrasarem, viu? às vezes é até por causa do tempo, muita chuva ou vento, e eles acabam atrasando um pouco pra não pegar muita instabilidade no ar. o que aconteceu com o seu voo de volta, né? mas não é culpa da companhia não, viu? mesmo que fosse a TAM, você pegaria turbulência, não foi só porque era GOL… sobre os lanches, concordo, mas em parte. antigamente andar de avião era muito caro e os lanches (que na verdade eram refeições completas) eram ótimos, mas como as passagens agora estão bem mais baratas, eles baixaram o nível do serviço de bordo para que isso fosse possível… por isso os lanchinhos da GOL, webjet e azul são bem simples! o da TAM é um pouquinho melhor porque as passagens são bem mais caras! =)
    enfim, espero que outras viagens surjam e você possa conhecer outros lugares e saber mais sobre os filhos dos taxistas por onde passa! eu adoro andar de avião! o/

    beijos e boa semana!

  6. Ei Amanda =]
    Primeira vez que li o seu blog, adorei!
    Vc é uma das poucas que conseguem fazer relatos enormes mantendo a nossa vontade de ler, e dar umas risadas no meio, hahaha.
    Que bom que apesar das confusões na volta, deu tudo certo na sua viagem de avião. Eu já viajei de avião umas 30 vezes, mas sempre fico com medo, hahaha.
    Beijoss

  7. Eu costumo dizer que moro na poltrona 22A. Eu sempre acho que vou morrer ao entrar em um avião, mas mesmo assim, perdi as contas do número de vezes que viajei neles.
    Ri horrores com seus “micos”, e fique tranquila, na próxima não vai se repetir nem foram graves.
    Campinas é bem frio mesmo =)

    beijinhos

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