Síndrome de Estocolmo

A Síndrome de Estocolmo (Stockholmssyndromet em sueco) é um estado psicológico particular desenvolvido por pessoas que são vítimas de seqüestro. A síndrome  se desenvolve a partir de tentativas da vítima de se identificar com seu captor ou de conquistar a simpatia do seqüestrador. Pode ser também chamado assim uma serie de doenças psicológicas aleatórias. Fonte: Wikipedia.

E eu tenho a minha própria versão da mesma.

A ideia desse post surgiu há algum tempo já, enquanto Denny e Rebecca, colegas de classe e amigos nas horas vagas, comentavam sobre a Síndrome de Estocolmo, da qual eu já havia ouvido falar, mas não me lembrava exatamente o que era. “Ah, é quando o sequestrado se apaixona pelo sequestrador”, Denny me disse. E eu fiquei matutando aqui. E vocês sabem para que caminho isso me levou. Por que se para geralw todos os caminhos levam à Roma, os meus caminhos, todos eles, me levam a Weslley.

Por mais absurdo que isso possa parecer, eu estou sempre pensando nele. Sempre. E nesse dia não foi diferente. Então.

Achei que tinha a ver com a gente. A síndrome de estocolmo. Não acham? Olha, sem essa que amor é uma coisa saudável. É uma coisa essencial, que nem Coca-cola. Mas, saudável? Não, mesmo. Até por que não creio que seja saudável pensar tanto em você, te querer perto de mim o tempo todo, sentir tanto tua falta. Embora eu não me importe at all. Eu gosto disso. Eu vivo bem assim. Isso me faz feliz. Esse amor que germina louco e se multiplica como coelhos, ratos ou gremlins. Enfim, você entendeu.

O fato é que eu não sou mais eu. Eu sou uma colônia de amor de 1, 69 de altura e 62 quilos. Por que é basicamente para isso que eu vivo. Minha maior função é te amar. É a mais bonita. E a que mais vale a pena.

O fato de você ter roubado o meu coração logicamente não vem ao caso. Ou vem, por que né? Alguém tem que explicar o título do post e quem mais apto que quem colocou ele? O título, quero dizer.

O caso aqui, na verdade, é muito sério. Você roubou meu coração. E ele não faz nenhuma questão de voltar pro meu peito. É absurdo, eu sei, mas é um fato. Não tem volta. Na verdade, essa história de “deixar algo livre para ver se a tal coisa é realmente sua” já deu. Pegue logo esse maldito coração e leve como você, pelo amor de Deus. Ele não me quer. Ele quer sentir o seu bater, o seu calor, o seu cheiro. Ele se apaixonou por você. Ele não é mais meu.

Em cada momento que você aparece, ele pula de alegria, feliz. Ele explode ao sentir teu cheiro, teu calor familiar. Ao ver teus olhos cor-de-mel. Ele sofre por antecipação a hora que você o abandonará. Domingo, 22h. Maldita hora melancólica. Eu tenho que aturar esse coração choramingão, segurá-lo para ele não seguir você, sair correndo atrás do seu carro gritando “me leve”. Esse coração não tem orgulho nenhum, vou te contar. Vergonha também não. Talvez até tivesse na época que era meu, mas não posso precisar com certeza, por que já faz tanto tempo. Parecem séculos. Certamente o coração é muito mais feliz agora do que antes, apesar desse absurdo de você abandoná-lo a cada nova semana. Quer dizer, o que é isso? Tortura. Não posso admitir isso com o coitado do coração. Não é nem muito por ele. Na verdade, eu sou egoísta. E não é você que tem que ouvir as choramingações dele no pé do ouvido. Leve-o com você, por favor.

E aproveite e me leve contigo.




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One thought on “Síndrome de Estocolmo

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