About

Quem escreve:

Amanda Arruda. 21 anos e sou uma taurina com ascendente em leão extremamente ortodoxa. Sou teimosa e bastante amorosa com quem tem capacidade suficiente para conquistar o meu benquerer (Feio né? Não curti mesmo esse negócio de reforma ortográfica. Eu total era adepta dos tremas, mimimi). Curso Jornalismo na UFPE e sofri dois vestibulares para entrar no bendito. Se valeu a pena? Bem, vou me abster de repetir a frase do Fernando Pessoa, que já está virando chavão. Digo apenas que não me mataria em um cursinho de novo nem que fosse para entrar no céu. Bem, pelo céu talvez eu fizesse isso.  Er. Adoro aprender coisas novas e não é nada impressionante me ver cheia de projetos – e sem conseguir dar conta de todos. Isso também acontece com livros, filmes e tudo o que puder ser listado, acredito. Sou extremamente compulsiva, começo a fazer tudo de uma vez e daqui a pouco falta energia para serrar uma unha que seja. Mas é algo que estou tentando curar. E por falar em livros, sou realmente fissurada neles. Estou SEMPRE lendo alguma coisa e, sinceramente, consigo pensar em apenas dois ou três passatempos melhores do que uma boa leitura. Ah, não. A outra coisa que eu pensei não pode ser bem considerado um passatempo. Tá, então são duas. Acho. Enfim, o fato é que sou uma verdadeira bookwarm e acho muito digno. Entre meus escritores favoritos estão: J.K. Rowling, Meg Cabot, Sophie Kinsela, C.S. Lewis, Agatha Christie, Lauren Weisberger, Machado de Assis, Liliana Prata, Luís Fernando Veríssimo, John Boyne, Markus Zusak. Claro que a lista dos meus amados e lidos é bem maior que essa, mas vou poupá-los. No meu fone tá sempre tocando Paramore, Beyoncé, Skank, Britney Spears, Bryan Adams, Bon Jovi, Mariah Carey, Whitney Houston, Nickelback, Silverchair, Red Jumpsuit Apparatus etc. Muito pop e muito rock, de preferência Indie. Sou muito romântica. Namoro há 4 anos e alguns meses com Weslley e ele me faz tão feliz que tenho a impressão, alguns momentos, de que vou explodir. Ainda bem que é só impressão. Falo Português – muito obviamente – e estou voltando a estudar Inglês. Ainda quero aprender Francês, Italiano, Espanhol e Alemão. Por enquanto.

Não vou abordar aquela chatice aqui de odeio isso, odeio aquilo. Eu já sou chata o suficiente sem isso. Se começar a reclamar até na página da minha mini-biografia, certamente receberei dúzias de processos nas costas e, se no Brasil houvesse pena de morte, certamente seria decapitada por abusar do poder de ser chata – ou da paciência alheia. O que eu odeio vocês já devem conhecer, se já me liam nos meus blogs anteriores e, se não, conhecerão à medida que forem me lendo – verão que posso ser BEM reclamona. Eu não sou cult, não sou marxista e adoro tomar sorvete na Frisabor com Weslley- eles não me pagaram, juro –  ou me aninhar com ele no sofá, com sacos de pingo d’ouro, chocolate, aquela batatinha Sensações (de Frango Grelhado, tá?) e assistir filmes. Sou católica e costumo ir à missa todo domingo. Tenho um pensamento de gorda, mas o meu IMC e as minhas fotos apontam que a única prova física de que eu como tanto quanto eu como são as minhas enormes bochechas sardentas. Não muito. Sardentas, quero dizer. Mas, sim, ENORMES. Sou muito comunicativa e não tenho vergonha de conversar com desconhecidos. Mas não confio em todo mundo e pouco são os que considero amigos – acho que isso é com todo mundo, né? Sou um tanto quando viciada em redes de relacionamento então, se você encontrar algo novo, pode ter certeza que eu provavelmente estarei por lá.

No mais, dá uma olhada na minha lista de 101 coisas para fazer em 1001 dias ou me adiciona.

O blog:

Muito bem. Acho que  eu deveria começar explicando a vocês por que o nome do meu blog é maçãs verdes, não é mesmo? Bem, espero que não me achem completamente demente por causa disso, mas vou contar a história do jeito que é, sem meias palavras nem meias verdades. Se eu sou uma übber bobona, pra quê fingir pra Deus e o mundo que sou totally a sabe-tudo? Então, o negócio é que eu estava conversando com meu amorzinho, Weslley, e não sei como chegamos no assunto maçãs verdes. Perguntei se ele já havia comido uma e ele disse que sim. Então perguntei a ele se maçã verde era azeda, ou amarga. Ele olhou esquisito pra mim e disse que não, claro. Eram boas, gostosas na maioria das vezes. Então foi minha vez de olhar esquisito pra ele. Ué, mas elas não são verdes? É por que não estão maduras, ceeerto? Eeeeeeeerrado! Então meu sabe-tudo predileto (vulgo zé-google) disse que as maçãs verdes não eram verdes por que estavam, er, verdes. Imaturas. Não, elas eram outro tipo de maçã. Que é verde. Foi aí que os meus olhos adquiriram aquela luz que só olhos que vislumbraram um grande CLIQUE interno podem adquirir. MAS É CLARO! Maçãs verdes, tudo muito a ver com minha forma de ver o mundo, meus pensamentos, minhas loucuras, supostamente verdes por causa da minha pouca idade – não, não me sinto velha por ter 21 anos, deveria? Mas que não são verdes, por que eu já as matutei muito e muito dentro do meu ser antes delas chegarem ao grande público.

É. Então essa é basicamente a história do que hoje se chama maçãs verdes. É um blog pessoal já há dois anos e não pretende ser muito mais do que isso. Aqui vocês poderão encontrar de tudo, então preparem-se. Minhas maçãs verdes são as mais suculentas e psicóticas de todo reino. #madrastamalvadafeelings

Créditos dessa versão preto-e-branca do blog:

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