Sobre mim, Amanda.

Bem, sem essa de falar de mim em terceira pessoa. Não rola. Pra quê fingir distanciação se eu não consigo  e nem conseguirei fazer isso na realidade? Além do quê, qual é a REAL chance de alguém se passar para ler sobre mim? Digo, sério. Eu até entendo ler os meus posts. Mas sobre mim? Não, ninguém vai ler isso aqui. Mas, sei lá. Talvez um dia eu morra e alguém queira saber sobre a blogueira que eu era. Ou não. Mas isso vai ficar aqui, por via das dúvidas. Não custa nada sonhar. Ainda.

Então. Eu tenho 19 anos completados no último 08/05 e sou uma taurina com tudo o que uma taurina pode ser tendo um ascendente em leão. Algo do gênero teimosa-aparecida. Não que eu me considere aparecida, mas eu chamo um pouco de atenção pelo meu jeito de falar meio italiano (cuidado com seu rosto quando falar comigo, pode ser que uma mão perdida o acerte), minha risada nada discreta ou, em última instância, meu jeito de ser.  Sou altamente viciada em ler, escrever e ouvir música.Não tenho nenhuma frescura: leio o que der na telha, do mesmo modo que escrevo ou ouço. Então, eu vou de Meg Cabot a Machado de Assis sem perder mesmo que remotamente a pose. E meu repertório musical é altamente eclético – mas não vão pensando que eu gosto de tudo, por que sempre tem alguma coisa que eu não engulo como, sei lá, swingueira. Adoro músicas com letras bonitas, seja na minha língua natal ou em qualquer outra língua. E com isso quero dizer letras de amor. Sim, sou romântica, acredito em amor eterno e essas coisas cafonas que todo mundo diz que não acredita mas nem tão no fundo assim, acreditam. A esse propósito: tenho um namorado super fofo com quem me relaciono romanticamente há 2 anos (quase três) e super amo-o para toda a minha existência.

Me jogo mesmo e não tenho nenhum medo de ser quem eu sou, pois não sei ser diferente, não sei ser mais ninguém. Odeio gente lerda na minha frente e tenho uma TPM de dar medo em qualquer um, mas fora isso sou bem sociável. Não tenho jeito algum para piadista, embora eu continue tentando, para desespero dos mais próximos. Tanto que, geralmente, eu viro pros meus amigos depois de terminar a piada e digo: gente, essa é a hora que vocês riem. E ainda assim eles não riem. Talvez eu apenas deva encontrar amigos melhores. Nunca faço meus trabalhos com antecedência e isso me causa noites sem dormir, em frente ao computador, queimando alucinadamente os pobres neurônios na esperança de sair alguma coisa boa. Não sai, mas a esperança é mesmo a última que morre. Adoro vermelho, quero ter um New Beetle e um dia escrever um livro.

Acredito em Deus. Acredito em todo o bem que Deus traz para a vida de quem crê Nele e tenta o seu melhor a cada dia. Não sei se é bem o meu caso – digo, tentar o seu melhor a cada dia – mas o que importa é: eu acredito Nele e no Seu poder. Acredito na força do amor e na realização que a verdadeira amizade pode trazer para uma vida. Não economizo água, como carne de animais e nunca tive um cachorro – infelizmente. Morei em apartamento toda a minha vida e odeio que se metam com minhas bagunças. Então. O prazer é todo meu ou todo seu? (Eu proponho uma divisão)

A little more? MeAdiciona

[sempre em construção]

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